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A Loucura da Minha Vida

Step by step.

A Loucura da Minha Vida

Step by step.

Fotografia de curso

Hoje foi o dia de tirar a fotografia de curso. A minha turma tem mais ou menos 50 pessoas, sabem como é difícil pôr 50 macacos alinhados para caberem numa fotografia? Não? Sabem como é difícil fazer com que essas 50 pestes se mantenham em silêncio? Também não? Nem eu! lol. Jesus Cristo o calor que estava sim porque a minha bela turma não poderia tirar apenas uma fotografia com roupa "normal" que usamos no dia-a-dia. Nããããão, tínhamos de tirar 2:

  • uma de traje académico;
  • outra com a farda que usamos nos estágios.

Sabem o tempo que 50 monstros demoram a trocar de roupa? Mantenham em mente que a minha turma tem apenas uns 5 rapazes o que dá 45 meninas a tirar saia, tirar casaco, tirar camisa, vestir calças, vestir parte de cima da farda, pentear o cabelo, atar o cabelo. É algo rápido, no mínimo. E no entretanto das fotografias? Fotografias entre grupinhos está claro. Enfim, passado imenso tempo (e quando digo imenso é mesmo IMENSO tempo) lá conseguimos tirar umas quantas bonitinhas, espero eu porque verdade seja dita ainda não vi nenhuma.

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As combinações de hoje em dia...

Odeio pessoas complicadas. A sério, para complicada basto eu. Já basta ter de me aturar a mim e aos meus próprios problemas, indecisões, complexos etc, etc não preciso de tentar compreender mais mentes loucas. Por isso, quando ontem me disseram que a ideia do café era irmos os seis e só os seis eu não convidei mais ninguém. Nem me importei, juro. Tudo para que o amigo x possa conviver com a amiga y... enfim, o normal. Agora, quando a própria pessoa que decretou que iamos ser seis aparece com um extra sem avisar ninguém a coisa muda de cenário. Pior, quando de repente em vez de sermos seis, somos dez é no mínimo chato. Lá está, talvez "chato" não seja a palavra ideal porque eu até me dou relativamente bem com 90% das pessoas envolvidas no dito café.. Mas quando abdico de estar com mais pessoas (que poderiam facilmente ser integradas no café) por termos de ser "seis e só os seis" e de repente, out of nowhere, somos muito mais que seis fico chateada. Ou triste, ainda não me decidi. Mas a mim não me apanham mais nestes engodos, não não. Para a próxima levo quem quero à mesma! Sendo o café para "seis e só seis" ou não. Enfim, pouca sorte.

 

Também odeio pessoas que não sabem cumprir horários. Ou melhor, odeio pessoas que se atrasam mais do que eu. Se combinamos estar todos no café às 21h não é para chegarem às 22h. Muito menos às 22h20!! Gente chata. Quero ver se no dia que eu me atrasar mais de uma hora (duvido que vá efectivamente acontecer, mas nunca se sabe) o que é que dizem. Porque moral para mandar vir, não vão ter. -.-

 

A lógica dos Marretas

Juro que não compreendo a lógica das grandes mentes dos donos dos Marreras, portanto:

  • Se um rapaz entrar com uma rapariga, nenhum deles paga;
  • Se um rapaz entrar sozinho, não paga;

no entanto,

  • Se um rapaz entrar com quatro raparigas tem de pagar.

 

Alguém me pode explicar o sentido disto??! Que sentido faz, o rapaz que, efectivamente, leva clientes ao bar ter de pagar para entrar? 

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As desilusões de Portugal

Todos os Domingos tenho ido ao cinema e ficado estupidamente mais pobre, isto de estar de férias à tanto tempo está a afectar-me, só pode. Anyways, os primeiros três filmes descrevi-os neste post, e os últimos 3 que fui ver foram:

  1. 1/02: Mortdecai - O Excêntrico Mortdecai;
  2. 8/02: American Sniper - Sniper Americano
  3. 15/02: The Theory of Everything - A Teoria de Tudo

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 É importante mencionar que todos eles foram vistos no Colombo mas ontem, como era o último dia do Blind Date com livros proporcionado no Alegro, e como eu estava genuinamente entusiasmada com o mega evento (descrito neste post lindão), arranjei todo um esquema para irmos ao Alegro em vez de irmos ao Colombo. Bem o evento foi o maior FLOP do ano pelo menos por enquanto, claro! Passo a explicar porquê:

  • Primeiro os trabalhadores (que eram 3) estavam a fazer tudo menos a prestar atenção aos clientes sendo que as duas meninas estavam a conversar sentadas em dois pufs e o rapazito estava encostado a uma das estantes agarrado ao telemóvel;
  • Todas as capas dos livros estavam tapadas, lá isso é verdade mas era mesmo só a capa. Aquela primeira página que diz o nome do livro, sabem? essa estava bem à vista de todos;
  • Não andei a contar os livros mas não chegavam nem lá perto dos 1.000 o que nem é mau, se houvesse uma maior variedade de livros - consegui a perícia de agarrar em 3 livros diferentes todos ele com o mesmo título;
  • Não sei bem porquê todos os livros que eu agarrei ou eram sobre a história de Portugal ou eram pseudo sexuais;
  • Aquela ideia amorosa de fazerem marcadores personalizados, lembram-se? Bem, a máquina estava lá, acho eu, mas ninguém me veio falar sobre ela, ou explicar o que quer que fosse já que estamos a falar do assunto...;
  • E para a próxima, se calhar, seria boa ideia escolherem menos livros que digam o titulo no cantinho superior de todas as páginas, penso eu.

 

Posto isto, eu e o meu amigo saímos daquele flop monstroso e fomos felizes e contentes em direcção à Fnac que, graças aos céus, não desilude. Não sei se tão depressa adiro a outra iniciativa destas.. enfim. Contudo, existiram duas boas consequências derivadas da nossa tentativa de ir ao Blind Date:

1) Tivemos mais de 40 minutos para jantar o que foi perfeito para entrarmos na Pizza Hut e nos deliciarmos com uma boa pizza;

2) Fugimos de boa do meet que houve no Colombo.

As desvantagens de viver em Lisboa

As estradas de Lisboa são uma desgraça. É verdade (e quem não concordar não sabe do que fala). Cada vez que tenho de atravessar Lisboa (a conduzir) quase que choro. Há com cada buraco que parece que houve uma queda de meteoritos. E, não contentes com um buraco, na mesma recta há uns cinco ou seis! Ou mais, dependendo do sítio. E o pior é que é cada um maior que o anterior!! Só visto. Quando crescer e tiver dinheiro para comprar o meu carrinho acho que vou optar por um todo-o-terreno, é a única opção para aguentar o solavanco que o carro faz cada vez que tento atravessar Lisboa.